Parque Nacional Do Itacolomi

Parque Nacional Do Itacolomi
Parque Nacional Do Itacolomi

Parque Nacional Do Itacolomi

O Parque Estadual do Itacolomi está localizado nos municípios de Mariana e Ouro Preto, na região sudeste de Minas Gerais, a 100 quilômetros da Capital.
A unidade de conservação abriga o Pico do Itacolomi. Com 1.772 metros de altitude, era ponto de referência para os antigos viajantes da Estrada Real que o chamava de “Farol dos Bandeirantes”. A palavra Itacolomi vem da língua tupi e significa “pedra menina”. Os índios viam o pico como o “filhote” da montanha ou “pedra mãe”.
O Parque possui uma área de 7.543 hectares de matas onde predominam as quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, aparecem os campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas.
Diversas espécies de animais raros e ameaçados de extinção podem ser encontrados na unidade de conservação, como o lobo guará, a ave-pavó, a onça parda e o andorinhão de coleira (ave migratória). Também podem ser vistas espécies de macacos, micos, tatus, pacas, capivaras e gatos mouriscos. Levantamentos identificaram mais de 200 espécies de aves, como jacus, siriemas e beija-flores.
No final do século 18, na busca por riquezas, o bandeirante paulista, Antônio Dias, avistou o Pico do Itacolomi, que serviu como ponto de referência, para que outras expedições chegassem ao local com facilidade.
No Parque, a Fazenda São José do Manso é um exemplar da arquitetura colonial deixado pelos bandeirantes em Minas. A Fazenda é tombada pelo IEPHA. Restaurada, a antiga sede da fazenda, a Casa do Bandeirista, é o Centro de Visitantes do Parque foi construída entre 1706 e 1708 e é uma das três amostras da arquitetura paulista em Minas Gerais, considerada por especialistas o primeiro prédio público do Estado, pois servia para cobrança de impostos e vigilância das minas. Foi tombada em 1998.
A Fazenda do Manso foi um pólo produtor de chá na primeira metade do século 20. O Museu do Chá abriga o maquinário alemão usado no beneficiamento do chá colhido nas lavouras da fazenda.”

O ideal é chegar à entrada principal do Parque antes das 8h para tentar uma carona que leva os funcionários até o Centro de Visitantes num trajeto de 5km. Este percurso possui poucos atrativos, fazendo valer muito a pena a carona. Antes de partir na condução do Parque, diga que vai fazer a trilha do Pico do Itacolomi e se informe sobre o cadastro que deve ser feito.
Chegamos ao Centro de Visitantes e fomos apresentados ao nosso guia. Tudo pronto para iniciarmos a caminhada. Uma trilha fácil, com algumas subidas leves e bastante cênica. Após +- 1h40min [+-5km] de caminhada, chegamos ao ponto mais próximo do Pico do Itacolomi, segundo o guia. Ele nos disse que a trilha era feita até aquele ponto apenas, para a nossa frustração, pois achávamos que poderíamos chegar ao ponto mais alto do Parque. Até hoje tenho dúvidas se de fato era mesmo para parar ali ou se o guia, por motivos sei lá quais, não quis nos levar adiante. Porém, de qualquer forma, valeu gastar este dia na região para conhecer o local que, sem dúvida, é bem bonito e repleto de formações rochosas bastante curiosas.

Fui numa época muito seca [havia 4 meses que não chovia na região], predominando os focos de incêndio, o que prejudicou um pouco a visibilidade. Mesmo assim, alguns ângulos estavam limpos, proporcionando belas fotos.

Para chegarmos ao Parque, optamos em pegar um táxi, que custou R$30,00 a partir do Centro de Ouro Preto [até a entrada do Parque apenas]. Outra opção são os ônibus [linhas Bauxita OU Coperouro]. Obtive estas informações com a funcionária do Parque que me atendeu por telefone. Se você for de ônibus e perder a carona da entrada do Parque até o Centro de Visitantes terá de caminhar +- 5km com muita poeira e sem grandes atrativos. Os taxistas não gostam de fazer o trajeto interno [da entrada até o Centro de Visitantes].
A visitação é aberta de terça-feira a domingo [CONFIRMAR], de 8h00 às 17h00. O Parque dispõe de Centro de Visitantes, Museu do Chá e Casa Bandeirista, além de trilhas interpretativas e atrativos naturais.
As visitas são guiadas e devem ser agendadas com a administração.
Telefone: Fixo: (31) 3551-6193 e Celular: (31) 9891-9471 ou 9737-9227
E-mail: [email protected]

Fonte: www.mochileiros.com

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