Campo Grande – MS

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Campo Grande
Trem Do Pantanal – MS

Por Que Ir A Campo Grande

Trem Do Pantanal

O velho trem que atravessa o Pantanal está de volta. Depois de 18 anos parado, o Pantanal Express parte, todos os finais de semana, em uma viagem por algumas das mais belas paisagens brasileiras. Todo o percurso do trem está dentro do Mato Grosso do Sul. São 220 quilômetros que ligam a capital Campo Grande a Miranda, no leste do Estado. A primeira metade do trajeto é marcada pelo cerrado: grandes pastagens, com presença de rebanhos de gado e formações rochosas.
 
Chegando à estação do município de Aquidauana, o trem para por duas horas e meia e permite aos passageiros desfrutarem do local onde começa a transição para a mata verde de solo úmido. Passeios de barco e a cavalo são opções para preencher o intervalo da viagem, assim como a degustação de pratos típicos à base de peixes. De Aquidauana, a composição segue até Miranda, num trecho em que os passageiros podem observar, pelas janelas, algumas espécies típicas da região, como tucanos e arara-azul.
 
Trem do Pantanal Partidas de Campo Grande aos sábados, às 8h. Chegada em Miranda às 18h30. Retorno aos domingos, às 8h, chegando na capital às 18h15. Tel: (67)3043-2233 http://www.pantanalexpress.com/.
Campo Grande - MS
Museu Da Cultura Indigena – Manaus – AM

Museu Do Índio

Planejada e arborizada, a capital do Mato Grosso do Sul é um mix de culturas. Das tribos indígenas da região chega o belo artesanato, repleto de peças de cerâmica e de madeira, além das coloridas tapeçarias. Já do país vizinho, o Paraguai, a influência é gastronômica e apresenta a chipa – uma espécie de pão de queijo de massa compacta – e a sopa paraguaia, que na verdade é uma torta salgada. Para acompanhar, muito tereré, um tipo de mate gelado. Também incrementam a cozinha regional os pratos japoneses, herança dos imigrantes que vieram do outro lado do mundo no início do século 20. O destaque é o sobá, um macarrão artesanal incrementado com omelete e carne de porco.
Memorial dos Povos Indígenas abriga comunidade da tribo terena
 
As iguarias orientais são encontradas na Feira Central, próxima à Estação Ferroviária e repleta de quiosques que vendem também frutas, verduras, artesanato e importados do Paraguai. O espaço funciona somente às quartas e nos finais de semana, das cinco da tarde às duas da manhã, com movimento intenso nas barraquinhas de comes e bebes.
 
Já as receitas paraguaias são servidas no Mercado Municipal, que abre aos domingos. Pratos exóticos e típicos do Pantanal também são encontrados em Campo Grande. Nos restaurantes regionais, os cardápios trazem moqueca de jacaré, pintado com banana-da-terra e urucum, caldo de piranha…
 
A mesa variada, porém, não é o único atrativo da capital sul-mato-grossense. Para queimar as calorias, siga para o Parque das Nações Indígenas, ponto de encontro dos moradores da cidade que lá apreciam o pôr do sol. A área abriga pistas de cooper e de skate, gramados, quadras, lago, palco, teatro de arena e restaurante, além de exposições no Museu de Arte Contemporânea. Imperdível também é visitar o Memorial dos Povos Indígenas, onde há uma comunidade de índios terena e venda de artesanato. O espaço é um dos atrativos do City tour, um passeio realizado em ônibus de dois andares com acompanhamento de guia. O programa dura pouco mais de duas horas e passa por mais de 40 pontos turísticos entre praças, ruas e prédios históricos.

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